quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Tenho dito...


“Você me pede um conselho e atrevidamente eu dou o grande conselho: Seja você mesmo, porque ou somos nós ou não somos coisa nenhuma. E para ser si mesmo é preciso um trabalho de mouro e uma vigilância incessante na defesa, porque tudo conspira para que sejamos meros números, carneiros de variados rebanhos - os rebanhos políticos, religiosos ou estéticos. Há no mundo o ódio à exceção - e ser si mesmo é ser exceção”. 
Nietzsche 

2 comentários:

Anônimo disse...

Interessante esse trecho. É difícil sermos diferentes. Existe em todos nós o medo do diferente, do desconhecido. Acho que o ódio a que ele se refere seria um reflexo desse medo...
Bjos!

Gra Neves disse...

Se em cada espelho há reflexos diferentes, por que insistir em manter(?)/seguir a mesma imagem?
O medo reside em relação ao julgamento dos outros, logo é mais fácil seguir a massa, comprar "enlatados"... (Mas isso é coisa para iguais!)
O desconhecido, o diferente, o estranho sempre existirá, mas não deve causar paralisia. Ora, se nem as digitais dos nossos próprios dedos são iguais...
Em tudo isso há beleza, o mistério do universo... Somos diferentes, fato! Pra que "complicar" condicionando-se, e acostumando-se a tudo (calos, muletas...).

...Mas este é apenas o meu ponto de vista!